quarta-feira, 29 de julho de 2015

Literatura Estrangeira

Boa Tarde meus mores *-*
Hoje vamos á Itália eeeeeeeee que sonho rsrsrsr
Poste de hoje.... livros eeeeeeee literatura estrangeira junto com arte eeeeeeeeeeee hoje será muito, mas muito especial....
A muito que queria ler a trilogia, mas por muitos comentários negativos adiei a compra do livro e quando comprei rsrsrsrs confesso que 3 semanas de férias eu li a trilogia inteira ... ok ok comi o livro na verdade rsrrsrs e gente que trilogia foi essa ..... xonei ♥.♥

A trilogia de hoje é do querido autor Sylvain Reynard que é praticamente um escritor fantasma, ninguém sabe se é homem ou mulher, mas o que todos nós sabemos é o talento que tem.

Trilogia - O Inferno de Gabriel - com 500 paginas, muito, muito, muito show, apaixonei na verdade e a rica cultura italiana que há no livro nem preciso mencionar né, pois quem leu deve ter ficado de boca aberta assim como eu e as musicas? ... Pra mim que sou amante de Andrea Bocelli, Mozart e a Divina Comedia - Dante e Beatriz, era óbvio que o livro ia me cativar, então serei muito suspeita nesse poste de hoje e abusarei das linhas para escrever.

Besame 
Besame mucho
Como se fuera esta noche la ultima vez...  
- sempre que ouço essa linda musica me lembre do Julia e Gabriel :)   

Vamos ao comentário sobre o livro, afinal resenha não sei fazer e escrever a sinopse não ajudara em nada para quem ama ler... E para aqueles que pensou muito antes de comprar e comprou, mas devido a muitas paginas não leu, lhe aconselho a ler ... hehehe você vai amar ....

A história não é sobre anjos ou demônios, certo?
E sim vida social, na verdade um romance puríssimo.

O Inferno de Gabriel relata a vida do professor Gabriel O. Emerson e de seus pecados do qual sente remorso e não consegue apaga-las e como recompensa a isso, ele se torna uma pessoa muito arrogante, porém um ótimo professor especialista em Dante e Beatriz (A Divina Comédia) e amante da cultura italiana. E seu maior pecado: a luxúria.

  A história gira em torno de Gabriel e Julianne que nunca conseguiu esquece-lo. Quando jovem de 17 anos conheceu Gabriel, irmão de Rachel sua melhor amiga, e ambos passaram um momento bem amoroso (não sexual) no pomar, ele a chama de Sua Beatriz e ela o chama de Seu Dante, porém quando ela acorda, ele já não estava mais lá. Por influencia de Gabriel ela passa a se apaixonar pela cultura italiana e por Dante a fim de se especializar no assunto, como ela não foi aceita na Universidade de Harvard então ela foi fazer o mestrado na Universidade de Toronto e para sua surpresa ela encontra com Gabriel que é seu professor na área que ela escolheu: Dante. Mas, para a decepção de Júlia ele não se lembra dela.
  A universidade tem uma regra muito rígida: professor e aluno jamais se relacionarem no pessoal, apenas profissionalizante... Mas, para Christa também aluna sobre Dante essa regra não existe, ela faz de tudo pra ter sexo com Gabriel á todo custo que a ignora de todas as maneiras possíveis. E Paul - também aluno de Gabriel que se apaixona por Júlia, mas fica em silencio, pois ela tem uma cicatriz dentro dela que não consegue seguir adiante e por Gabriel sempre ser a vida dela, aos 23 anos ela é virgem, pois seu sonho era Gabriel ser seu primeiro. E sim eles tem 10 anos de diferença.  
  Confesso que nas 220 primeiras paginas eu odiei Gabriel de todas as formas possíveis, o jeito como ele trata Júlia pior que lixo (digamos assim) e até mesmo Rachel, sua irmão, briga com ele pela forma que ele a trata e por não se lembrar de Júlia.
  Mas tudo muda quando Júlia esta passando em frente ao Lobby - boate. E o segurança informa que Gabriel esta beldo lá dentro e para sua surpresa Christa também estava lá e se Júlia não fizesse nada ela e Gabriel tinham ido pra cama e seu emprego como professor ia por água abaixo, então ela dá um jeito de tirá-lo de lá e o leva para a casa dele.
  Ela já está chateada por ele não se lembrar dela e a tratá-la daquele jeito e para sua pior reputação ele acaba beijando-a e ela retribuí do mesmo jeito que no pomar, após o trabalho que ele deu, ele a chama de Beatriz o que a deixa super feliz por ele ter lembrado dela e ele diz que a ama, hahaha pruma jovem apaixonada isso é mais do que ela esperava. Mas pro seu azar na manha seguinte, ele acorda e não se lembra de nada da noite anterior e dela e a trata muito, muito pior, chamando-a de puta pra cima. Tadinha :( juro que doeu meu ♥ as coisas que ele falou para ela, e no meio daquela discussão toda, ela vai embora do apartamento dele e antes do elevador fechar, ela fala que ela é a Beatriz dele, a garota que ele ficou no pomar... E então sua realidade o aflinge de tal maneira  ele percebe a besteira que fez, pois ele sempre amou aquele Anjo que esteve com ele naquele porma, ele achou que fosse um sonho que era coisa da cabeça dele e que aquele sentimento que ele teve pelo Anjo era irreal, mas não era.
  Óbvio que Júlia passou a rejeita-lo, ignorar suas ligações e nem na aula foi, (aaaah tadinho os recados que el deixa para ela, as suplicas e tdo+ corto o ♥ rsrsrsrs, mas ele mereceu) :p
  Ok, depois de muitas águas rolando nessa trama, eles começam a se entender e a união deles começa a ficar cada vez mais forte, a paixão que um tem pelo outro começa a falar mais alto, mas ainda são professor e aluno e tudo tinha que ficar privado.
  Ri muito com as bobeiras desses dois, as brigas muito bem humorada e a forma como o autor descreve a visão dela sobre Gabriel com ciume dois pares de safiras nos olhando e pegando fogo e forma como ele se refere á Paul papa-anjo rsrsrsrs
  Eles tinham 5 semanas para terminarem as aulas e enfim poderem ficar mais íntimos. Nessas 5 semanas, meu Deus foram sensacionais e bem picantes, tira o folego e nada de sexo, eles dormiam juntos mas nada de sexo, ele a queria, mas como ele a amava então ele não queria segredos entre eles, afinal ela ia pela primeira vez pra cama com um homem.
  Na trama nos deparamos com Tom, pai de Júlia e seu único parente. Rachel e Aaron seu noivo, Scott o filho mais velho e Richard, pai deles e de Gabriel que é adotivo e Gace á esposa falecida.
  E finalmente o passado deles, Simon o desgraçado que acabou com Júlia no passado e a deixou muito mal com uma das piores cicatrizes, sua autoconfiança totalmente destruída e humilhação que ele fez a ela junto com a "amiga dela", nojento. Professora Singer e Paulina, uma das amantes que mais marcaram Gabriel no passado deixando cicatrizes.
  Eu sempre amei tatuagens, sou amante de tatto e Gabriel tem uma no peito dragão esmagando um ♥ e escrito MAIA. Toda tatto tem um significado e no final do livro ele conta o que significa aquela tatto que envolve Paulina ... aaah fiquei muito comovida quando ele conta e como Júlia encara aquilo de forma muito madura ... me apaixonei.
  Aulas acabaram e segredos revelados, agora podem ser Júlia e Gabriel e vão para Itália ♥.♥ e lá na Itália eles ficam íntimos, ela perde a virgindade e como ele mesmo fala: eu tbm perdi a minha. Ela o viu por dentro e aceitou, ela o viu por fora e aceitou e ambos se amam de corpo e alma. ♥.♥
 
  Uma observação: Quando Gabriel descobre quem é Júlia, gente o homem se transforma em mel :O *O* sim sim isso mesmo, o cara vira Mel, muito romântico, atencioso e protetor e *OMG* que homem é esse SENHOR.......

  O primeiro livro foi esplendido, como disse antes é uma trama sedutora, luxuria, porém ingenua, pura, culturista e prazerosa.

  Bom 500 paginas bem resumidas, contadas as principais partes desse livro.

ok, segundo livro.

O Julgamento de Gabriel - 372 paginas de pura emoção.
Oh! Meu Deus todas queríamos um Gabriel assim *O*
  O livro inicia com Júlia e Gabriel no dia seguinte, após ela ter perdido a virgindade com ele. E o segundo livro eu tenho a defini-lo como; "se você esta feliz, cuidado, pois a inveja separa".
  Pois é, tudo muito feliz na Itália e quando nosso casal volta para Toronto, eles simplesmente são submetidos a audiências com a reitoria da universidade, pois uma denuncia anonima diz que eles estavam relacionados desde a época de aluno e professor.
  Sempre pensei em personagens desnecessárias, mas sem elas não rolam uma intriga no romance perfeito d+. E sim, por conta desse denuncia Júlia e Gabriel acabam terminando seu relacionamento... aaaas tristeza, quase 100 paginas torcendo para eles voltarem e rolar aquela reconciliação linda e perfeita.
  Durante a separação de ambos, nosso lindo Gabriel se modifica por completo *O* hehehehe isso mesmo, o homem se modificou para alguém bem melhor e mais confiante sobre seu sentimento para com Júlia sua Beatriz.
  E para nossa alegria eles voltam e até se casam. Não terá graça contar o motivo que os levaram a se separar e nem mesmo como se reconciliaram e ai vocês não sentiram a mesma emoção que senti.
  Aé, Rachel e Aaron se casam e Paul se confessa para Júlia... :p

Ok, Terceiro livro...

  A Redenção de Gabriel - 425 paginas de emoção pura e gente xonei com o final do livro... sim sim chorei horrores, mas de emoção e da modificação na vida de Júlia e Gabriel que foi sensacional.
  O livro inicia com eles casados, ele querendo ser papai e ela mandando esperar, pois queria terminar o doutorado de 7 anos. Rachel, é louca para ser mãe, mas ela não ovula de acordo, portanto tem que fazer o tratamento. Do outro lado vemos Tom, pai de Júlia engravidar Diane e se casar com ela. Gabriel procura mais afundo sobre seus pais biológico e descobre muito mais coisa e conhece sua irmã Kelly. Vemos Christa ser derrotada com seu próprio veneno e amargura.
  E no meio dessa confusão toda, nos deparamos com os Emerson, Júlia e Gabriel, casados, unidos, amantes, amigos e companheiros, e no meio de todo esse amor ele faz a reversão da vasectomia, por que Júlia pediu, e antes mesmo de dar os 3 meses de ele ter feito a cirurgia e o médico ligar avisando o resultado, Júlia engravidou, sim foi um susto para os 2, pois eles não esperavam. Na verdade Júlia esqueceu de tomar a pilula e ele de usar proteção.
  O desfecho desse livro é lindo, ele faz de tudo para ela, o amor deles é tanto que voce sente através das palavras, da imaginação e a aflição dele no hospital quando a neném nasce e ele achando que sua amada Beatriz morreu, gente é de corta o ♥.


Comentário: Primeiro romance cotidiano que leio, amei muito, o liro tem muita arte, musica clássica, histórias sobre os quadros retratados, gente é muito emoção para apenas 3 livros. Sei que o amor de um livro com o real e pura ficção, mas aqui nesse trilogia, Gabriel tem muitos pecados, um passado totalmente sujo e imundo, ele não consegue se perdoar pelo passado, não consegue encarar a vida de cabeça erguida. Mas, o amor modifica uma pessoa, da esperanças, da o perdão que você mesmo não conseguiu se dar.
Nesse livro, mostra o homem que saiu do inferno, passou pelo purgatório e chegou ao Paraíso para encontrar Julianne e sua filha.
Assim, como em A Divina Comédia Dante passa pelo inferno, purgatório e chega ao Paraíso para encontrar sua amada Beatriz que o espera.  

Agora vamos as artes que mais são mencionadas no livro de Sandro Botticelli: 

A PRIMAVERA












O NASCIMENTO DE VÊNUS











SIMONETTA VESPUCCI - A RAINHA DA BELEZA

ESSE QUADRO SERVIU DE INSPIRAÇÃO PARA SANDRO BOTTICELLI DESENHAR O NASCIMENTO DE VÊNUS


NO SEGUNDO LIVRO, GABRIEL, QUANDO VAI DAR UMA PALESTRA ELE FALA SOBRE AS 3 ARTES E SEU SIGNIFICADO, É LINDA A INTERPRETAÇÃO - SÓ NÃO IREI COLOCAR AQUI SENÃO O POSTE FICARÁ ENORME.







E ASSIM TERMINANDO ESSE POSTE MAIS QUE ESPECIAL AO SOM DE ANDREA BOCELLI - BESAME MUSCHO OU PREFEREM CON TE PARTIRO OU VIVO PER LEI? RSRSRSRS ... A DE TODO JEITO SÃO MUSICAS LINDAS. SEGUE AS MUSICAS ABAIXO




Espero que tenham gostado do poste de hoje e que assim como eu fiquem mais apaixonados pela Itália e por essa trilogia .... até o próximo poste

sábado, 25 de julho de 2015

Conto \♥/

Boa noite pessoal .....
Hoje é dia de conte aqui no blog \eee.eee/
Os contos aqui é da galera do FACEBOOK e como dito nada é modificado nos contos e o nome do autor também permanece XD

E o conto de hoje é de ALAN KOSUME

A MALDITA FLORESTA DE BAMBU

A noite cai e a floresta de bambu canta com o passear da brisa do verão, mas outro som vem do interior daquele enigmático lugar, um som que ninguém tinha coragem de descobrir a origem e quem ouvia aquele medonho e frenético dedilhar do koto (instrumento musical composto de diversas cordas, semelhante a uma grande cítara) poderia ter o azar de encontrar uma criatura de enorme cabelo rubro, chifres brancos e expressão vazia, dançando febrilmente uma melodia que enchem os olhos de emoção e temor e é esta melodia que emanava dentre as frestas dos bambus, chegando até a estrada que marcava o fim dos domínios da aterradora floresta. Em pouco tempo outros sons foram trazidos das trevas como o shimasen (instrumento musical de três cordas) e a flauta shinobue (flauta de bambu tradicional japonês), quem executava estas melodias suaves eram belos e enormes felinos que andavam como pessoas normais, porem trazendo consigo a mesma expressão de vazio continuando o cortejo demoníaco por entre as passagens.
É sabido de tempos longínquos que a floresta era amaldiçoada e ali morava uma raposa de nove caldas, o que já lhe dava status de ser extremamente poderoso, datando mais de mil anos de existência. De acordo com as lendas, ela comandava um exército de demônios e espíritos sedentos de sangue e com todo esse medo invocado pelas estórias, o local fora evitado por muito tempo, Mas agora, o Japão passa por uma cruel guerra em busca de terras e poder entre os Daimios (senhores feudais). O curioso fato era que esses demônios não passavam de um truque barato de aldeões que viviam num tipo de vilarejo secreto no meio da floresta e para manter essa lenda, um clã ninja foi fundado com união das mais diversas habilidades trazidas com as famílias que ali se alojaram. Com o tempo, foram criando grande força de combate e espionagem, se tornando verdadeiros mestres na arte da guerra silenciosa, mas desta vez, algo diferente aconteceu e o segredo passou a ser ameaçado e quase não superou a experiência do velho Ronin Yashiru no Makoto, um samurai sem mestre que vagava pelo mundo em penitência por não conseguir salvar o seu senhor de uma emboscada.
Suas vestes surradas ainda exprimiam certa realeza e as duas espadas dos tempos de glória ainda permaneciam ao seu lado, nem mesmo ele poderia saber porque estava andando em tal terra amaldiçoada, sua honra foi manchada e por isso não era digno nem dos seus próprios passos e pouco se importava sobre o perigo que lhe foi advertido no dia anterior. O ronin continuava a simplesmente vagar por entre os bambus quando aquela música hipnótica brincava com o brisa que logo se tornava ventania e castigava seus ouvidos, fazendo com que o viajante se preparasse para o pior.
Já desembainhando a espada, os olhos contemplaram uma bela mulher tocando graciosamente o shimasen, mas, de repente a sinfonia parou e em uma fração de segundo uma pequena faca voou em direção às costas de Yashiru, em um desejo de dar-lhe o beijo de um Shinigami (o deus da morte).
Por reflexo, sua espada desviou a trajetória da faca, protegendo sua vida do mergulho sem fim.
Retomando sua postura de combate, Yashiru perguntou:
— Quem são vocês? Como ousam atacar alguém pelas costas?
A mulher gritou com uma voz estridente. Ao levantar sua cabeça, revelou seu rosto pálido e sem expressão, como se fosse de uma boneca.
— A caça não precisa saber quem se alimentará com ela!
A mulher voou em direção ao velho, retirando uma pequena espada com um líquido esverdeado escorrendo da lâmina. Ao mesmo tempo, vultos brancos se aproximavam por entre os bambus. Ronin atacou aquela nefasta espada, fazendo com que a mulher desse uma volta completa em si, juntamente com algumas linhas quase invisíveis que se enrolaram em volta daquela aparição. Os movimentos da criatura se tornaram desajeitados e quase inúteis.
O céu azul obscureceu, eis que uma chuva de flechas castiga a terra, provando que as lendas eram falsas para o desafortunado viajante. Num movimento tão fluido como a água, arrancou a mão que portava a espada banhada com a morte lenta e agarrou o corpo da mulher, se protegendo das flechas que fincaram profundamente no corpo dela, sem ao menos deixar cair uma única gota de sangue de tão protegido que estava apesar de ter se arranhado bastante. Yashiru ficou deitado por algum tempo, pois ouvia ao seu redor o som de passos que pareciam se aproximar rapidamente. Poucos momentos depois, já era possível ver vários ninjas muito próximos ao corpo, e calçavam um tipo de sapatilha branca. Ronin aproveitou a oportunidade para se levantar e atacar todos em sua volta, criando um círculo de corpos vestidos de branco e manchados com o vermelho vivo dos seus membros arrancados, mas a morte ainda não tinha permissão para levar seus prêmios.
Lentamente, ele se abaixou para tentar arrancar algo além do que já tinha decepado.
— Mais uma vez vou perguntar. Quem são vocês? — Yashiru calmamente indaga.
Com o sangue na garganta e muita vontade de viver, aquele jovem encapuzado tenta se levantar. Sem aviso, uma forte explosão encobriu a área de fumaça, forçando o velho guerreiro a se distanciar com um salto e preparar uma postura defensiva fora daquela cegante fumaça.
Em pensamento, ele se perguntou:
— Já deveria ter percebido que não eram apenas aqueles malditos. Quantos faltam agora?
A fumaça foi se dissipando lentamente enquanto uma melodia suave se espalha por todo lugar. Os ninjas feridos haviam desaparecido e apenas uma enigmática figura imóvel permanecia. Pouco a pouco a criatura ganhava silhueta humana, com longos cabelos esvoaçantes. Os olhos de Ronin agora podiam contemplar aquela figura trajada com um kimono longo e vermelho, decorado com crisântemos. Nas vestes haviam presas nas costas nove tiras de tecido puído como uma calda de uma raposa, carregando um shimasen, uma máscara de raposa cobre seu rosto, logo em seguida uma doce voz é entoada.
A misteriosa mulher esclareceu serenamente:
— Perdoe meus filhos. Eles têm fome e adorariam se saciar de sua saborosa carne.
Yashiru agressivamente berrou:
— Não brinque comigo sua maldita. Por que me ataca? Mostre o seu rosto!
A canção dá lugar ao som do vento passando por entre os bambus.
Ao desembainhar da sua espada, a mulher mascarada se aproxima em direção a Yashiru, em sincronia com seus passos leves e rápidos. Sem perder tempo, ele preparou sua defesa, arrastando e fincando os pés no chão, como se preparasse para enfrentar a corrente de um rio Bravio. O encontro das espadas parecia como um raio, reluzente e estrondoso, deixando o samurai e seu atacante cara a cara durante alguns momentos. De repente, algo curioso aconteceu e as espadas voaram para longe e como um próprio raio, caíram. A máscara da mulher havia se rompido e a partir daquele momento, podia-se contemplar um rosto delicado como de uma menina, com um pequeno corte na testa. Esse momento durou pouco tempo, pois a mulher saltou rapidamente para traz, colocando suas vestes na frente de sua face. Tentando esconder sua aparência, ela ferozmente gritou:
— Maldito, não se preocupe meus olhos. São as últimas coisas que você verá antes da morte!
Ronin responde sorridente:
— É tão bela quanto habilidosa, mas por que me ataca?
A mulher saca um punhal e corre em direção ao Ronin, enquanto esbraveja:
— Os mortos não precisam saber de nada.
Yashiru zombou enquanto se esquivava com estranha dificuldade dos golpes da misteriosa mulher:
— É a segunda vez que ouço isso por aqui e até agora nada aconteceu. Já é hora de acabar com isso!
Ronin desarma a mulher e começa a partir para cima, atacando o tronco dela através de socos e chutes. Aos poucos, foi percebendo que pareciam inúteis perante a tamanha ira da assassina. Sem muitas chances de revidar, ela lança no rosto do homem um pó avermelhado que o cegou por instantes. A mulher aproveitou a oportunidade para retirar do kimono um leque com pontas tão afiadas quanto a sua própria espada e, sem perder tempo, atacou Ronin atordoado. Sem sucesso. A segunda espada que Ronin carregava aparou aquelas lâminas que tinham sede de acariciar a sua carne.
Yashiru caçoou com certa dificuldade.
— Não importa quantos truques forem usados contra um estrategista como eu.
Os ataques continuavam e o vento que passava por entre as lâminas do leque entoavam a canção do desejo da morte, mas nada parecia surtir efeito contra aquele homem. A mulher então urrou como um demônio sedento de sangue.
— Morra! Morra!!! Morra!!!!!!!
O sibilar da espada que viajava em direção ao leque mortal desarmou mais uma vez aquele monstro em forma de mulher. O golpe foi tão poderoso que fez com que o leque ficasse preso no alto de um bambu, a metros de distância.
Yashiru raivosamente segurou a mulher pelo pescoço, pressionando seu corpo no chão e disse:
— E a última vez que lhe pergunto. Quem são vocês e ... argh, o que é ...isso? ...arrrgh!
O braço com que prendia a sua adversária adormece completamente, fazendo com que a mulher seja libertada de seu agarramento. Ela se levanta de maneira rápida e, respeitosamente esclareceu:
— Sua habilidade e bravura merecem meu respeito. Antes de morrer pelas minhas mãos, lhe responderei o que deseja saber. Sou Shizune Adachigara, líder do Clã Kitsune ni kaze, protetora da Floresta de bambu e quem vive nela.
Yashiru se ajoelha e sente seu corpo paralisar rapidamente. Enquanto Shizune busca seu leque, as portas do céu se abrem para levar o invasor da floresta. O vento parou. O suor do combate escorria inclemente e os corações palpitavam ferozmente, até que a lâmina se elevou, a respiração passou a normalizar até que a primeira artéria se rompe, lavando o chão de sangue. Quando a cabeça se separou do corpo, foi possível ver a pureza da cor vermelha enquanto ela se arrastava até parar nos pés de um alto Bambu Imperial.

Shizune havia cumprido sua missão, garantindo por muitos anos a segurança de seus aldeões.

♥.♥ 
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO 
E POR FAVOR, NÃO ROUBEM OS CONTOS ...
ATÉ O PRÓXIMO POSTE :*

terça-feira, 21 de julho de 2015

Gonçalves Dias - biografia

Boa Noite pessoal ....

Focar um pouco na literatura? É sempre muito bom ... mas o melhor é conhecer um pouco mais sobre os poetas brasileiros ... sou amante da literatura tanto nacional quanto internacional, mas poesia brasileira tem sempre um encanto maravilhoso ... Agora estou estudando á italiana e confesso estar me apaixonando á cada dia .... Bom chega de papo, vamos a mais uma biografia brasileira...

MINHA TERRA TEM PALMEIRAS
ONDE CANTAM O SABIÁ 
AS AVES QUE AQUI GORJEIAM 
NÃO GORJEIAM COMO LÁ
[..]

SEMPRE AMEI CANÇÃO DO EXÍLIO DE GONÇALVES DIAS

BIOGRAFIA

Antônio Gonçalves Dias - filho de uma união não oficializado entre um português e uma mestiça.
nascido: 10 de agosto de 1823 em Caxias (MA) 
morreu: 3 de novembro de 1864 (41 anos) em Guimarães (MA) em um naufrágio.

Gonçalves Dias foi: advogado, poeta, jornalista, etnógrafo e teatrólogo brasileiro.
Poeta do romantismo brasileiro, caracterizado no "indianismo" ficou famoso pelo poema - Canção do Exílio - Épico I-Juca-Pirama entre outros poemas nacionalista e patrióticos.

Estudo por um ano com José Joaquim de Abreu, quando trabalhava de caixeiro e a tratar da escrituração da loja se pai. Iniciou os estudos de Latim, Frances e Filosofia quando fora matriculado em uma escola particular. Estudou na Europa e em Portugal e ingressou na Faculdade de Direito em Coimbra. Após, participar de algumas peças medievais, mas por se achar muito fora de sua pátria teve inspiração para escrever Canção do Exílio e partes dos poemas Segundos Contos e o drama Patkull e Beatriz de Cenci, foi rejeitado por seus escritos serem imorais na visão do Conservatório do Brasil. Nesse período escreveu um romance biográfico Memória de Agapito Goiaba, mas ele mesmo o destruiu por conter alusões a pessoas ainda vivas.      

Um ano depois, conheceu seu amor Ana Amélia Ferreira Vale e passou á escrever vários peças românticas para ela. No mesmo ano veio para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como professor de Latim e História além de ter atuado como Jornalista, publicando cronicas, folhetins teatrais e criticas literárias.
Em 1849 junto com dois parceiros, fundou a revista Guanabara, onde divulgava o movimento romântico da época.

Gonçalves Dias pediu Ana em casamento, mas a família dela não aceitou o pedido, pois ele era mestiço. Então no mesmo ano 1852 casamento rejeitado com Ana , casou-se com Olímpia da Costa.
Voltou á Europa 1862 para um tratamento de saúde e não obtendo resultado voltou ao Brasil em 1864 no navio que naufragou na costa brasileira; salvaram-se todos, exceto o poeta que forá esquecido agonizando em seu leito e se afogou.

Manuel Bandeira e Onestaldo de Pennafort gentilmente escrever a nota que segue á baixo:

A poesia 'Ainda uma vez — adeus!', bem como as poesias 'Palinódia' e 'Retratação', foram inspiradas por Ana Amélia Ferreira do Vale, cunhada do Dr. Teófilo Leal, ex-condiscípulo do poeta em Portugal e seu grande amigo.
Gonçalves Dias viu-a pela primeira vez em 1846 no Maranhão. Era uma menina quase, e o poeta, fascinado pela sua beleza e graça juvenil, escreveu para ela as poesias 'Seus olhos' e 'Leviana'. Vindo para o Rio, é possível que essa primeira impressão tenha desaparecido do seu espírito. Mais tarde, porém, em 1851, voltando a São Luís, viu-a de novo, e já então a menina e moça de 46 se fizera mulher, no pleno esplendor da sua beleza desabrochada. O encantamento de outrora se transformou em paixão ardente, e, correspondido com a mesma intensidade de sentimento, o poeta, vencendo a timidez, pediu-a em casamento à família.
A família da linda Don'Ana — como lhe chamavam — tinha o poeta em grande estima e admiração. Mais forte, porém, do que tudo, era naquele tempo no Maranhão o preconceito de raça e casta. E foi em nome desse preconceito que a família recusou o seu consentimento.
Por seu lado, o poeta, colocado diante das duas alternativas: renunciar ao amor ou à amizade, preferiu sacrificar aquela a esta, levado por um excessivo escrúpulo de honradez e lealdade, que revela nos mínimos atos de sua vida. Partiu para Portugal. Renúncia tanto mais dolorosa e difícil por que a moça que estava resolvida a abandonar a casa paterna para fugir com ele, o exprobrou em carta, dura e amargamente, por não ter tido a coragem de passar por cima de tudo e de romper com todos para desposá-la!
E foi em Portugal, tempos depois, que recebeu outro rude golpe: Don'Ana, por capricho e acinte à família, casara-se com um comerciante, homem também de cor como o poeta e nas mesmas condições inferiores de nascimento. A família se opusera tenazmente ao casamento, mas desta vez o pretendente, sem medir considerações para com os parentes da noiva, recorreu à justiça, que lhe deu ganho de causa, por ser maior a moça. Um mês depois falia, partindo com a esposa para Lisboa, onde o casal chegou a passar até privações.
Foi aí, em Lisboa, num jardim público, que certa vez se defrontaram o poeta e a sua amada, ambos abatidos pela dor e pela desilusão de suas vidas, ele cruelmente arrependido de não ter ousado tudo, de ter renunciado àquela que com uma só palavra sua se lhe entregaria para sempre. Desvairado pelo encontro, que lhe reabrira as feridas e agora de modo irreparável, compôs de um jato as estrofes de 'Ainda uma vez — adeus!', as quais, uma vez conhecidas da sua inspiradora, foram por esta copiadas com o seu próprio sangue.

E poemas que ele escreveu á sua amada:
AINDA UMA VEZ - ADEUS!

 I 
Enfim te vejo! - enfim posso, 
Curvado a teus pés, dizer-te, 
Que não cessei de querer-te, 
Pesar de quanto sofri. 
Muito penei! Cruas ânsias, 
Dos teus olhos afastado, 
Houveram-me acabrunhado 
A não lembrar-me de ti! 
    II 
Dum mundo a outro impelido, 
Derramei os meus lamentos 
Nas surdas asas dos ventos, 
Do mar na crespa cerviz! 
Baldão, ludíbrio da sorte 
Em terra estranha, entre gente, 
Que alheios males não sente, 
Nem se condói do infeliz! 
     III 
Louco, aflito, a saciar-me 
D'agravar minha ferida, 
Tomou-me tédio da vida, 
Passos da morte senti; 
Mas quase no passo extremo, 
No último arcar da esperança, 
Tu me vieste à lembrança: 
Quis viver mais e vivi! 
  IV 
Vivi; pois Deus me guardava 
Para este lugar e hora! 
Depois de tanto, senhora, 
Ver-te e falar-te outra vez; 
Rever-me em teu rosto amigo, 
Pensar em quanto hei perdido, 
E este pranto dolorido 
Deixar correr a teus pés. 
  V 
Mas que tens? Não me conheces? 
De mim afastas teu rosto? 
Pois tanto pôde o desgosto 
Transformar o rosto meu? 
Sei a aflição quanto pode, 
Sei quanto ela desfigura, 
E eu não vivi na ventura... 
Olha-me bem, que sou eu! 
   VI 
Nenhuma voz me diriges!... 
Julgas-te acaso ofendida? 
Deste-me amor, e a vida 
Que me darias - bem sei; 
Mas lembrem-te aqueles feros 
Corações, que se meteram 
Entre nós; e se venceram, 
Mal sabes quanto lutei! 
  VII 
Oh! se lutei!... mas devera 
Expor-te em pública praça, 
Como um alvo à populaça, 
Um alvo aos dictérios seus! 
Devera, podia acaso 
Tal sacrifício aceitar-te 
Para no cabo pagar-te, 
Meus dias unindo aos teus? 
   VIII 
Devera, sim; mas pensava, 
Que de mim t'esquecerias, 
Que, sem mim, alegres dias 
T'esperavam; e em favor 
De minhas preces, contava 
Que o bom Deus me aceitaria 
O meu quinhão de alegria 
Pelo teu, quinhão de dor! 
    IX 
Que me enganei, ora o vejo; 
Nadam-te os olhos em pranto, 
Arfa-te o peito, e no entanto 
Nem me podes encarar; 
Erro foi, mas não foi crime, 
Não te esqueci, eu to juro: 
Sacrifiquei meu futuro, 
Vida e glória por te amar! 
    X 
Tudo, tudo; e na miséria 
Dum martírio prolongado, 
Lento, cruel, disfarçado, 
Que eu nem a ti confiei; 
"Ela é feliz (me dizia) 
"Seu descanso é obra minha." 
Negou-me a sorte mesquinha... 
Perdoa, que me enganei! 
    XI 
Tantos encantos me tinham, 
Tanta ilusão me afagava 
De noite, quando acordava, 
De dia em sonhos talvez! 
Tudo isso agora onde pára? 
Onde a ilusão dos meus sonhos? 
Tantos projetos risonhos, 
Tudo esse engano desfez! 
    XII 
Enganei-me!... - Horrendo caos 
Nessas palavras se encerra, 
Quando do engano, quem erra. 
Não pode voltar atrás! 
Amarga irrisão! reflete: 
Quando eu gozar-te pudera, 
Mártir quis ser, cuidei qu'era... 
E um louco fui, nada mais! 
    XIII 
Louco, julguei adornar-me 
Com palmas d'alta virtude! 
Que tinha eu bronco e rude 
C'o que se chama ideal? 
O meu eras tu, não outro; 
Stava em deixar minha vida 
Correr por ti conduzida, 
Pura, na ausência do mal. 
      XIV 
Pensar eu que o teu destino 
Ligado ao meu, outro fora, 
Pensar que te vejo agora, 
Por culpa minha, infeliz; 
Pensar que a tua ventura 
Deus ab eterno a fizera, 
No meu caminho a pusera... 
E eu! eu fui que a não quis! 
    XV 
És doutro agora, e pr'a sempre! 
Eu a mísero desterro 
Volto, chorando o meu erro, 
Quase descrendo dos céus! 
Dói-te de mim, pois me encontras 
Em tanta miséria posto, 
Que a expressão deste desgosto 
Será um crime ante Deus!
     XVI 
Dói-te de mim, que t'imploro 
Perdão, a teus pés curvado; 
Perdão!... de não ter ousado 
Viver contente e feliz! 
Perdão da minha miséria, 
Da dor que me rala o peito, 
E se do mal que te hei feito, 
Também do mal que me fiz! 
       XVII 
Adeus qu'eu parto, senhora; 
Negou-me o fado inimigo 
Passar a vida contigo, 
Ter sepultura entre os meus; 
Negou-me nesta hora extrema, 
Por extrema despedida, 
Ouvir-te a voz comovida 
Soluçar um breve Adeus! 
        XVIII 
Lerás porém algum dia 
Meus versos d'alma arrancados, 
D'amargo pranto banhados, 
Com sangue escritos; - e então 
Confio que te comovas, 
Que a minha dor te apiade 
Que chores, não de saudade, 
Nem de amor, - de compaixão.

SENTIMENTOS EM PALAVRAS .... 
QUE ALMA AFLITA PELO AMOR 
SINCERIDADE PARA COM SUA AMADA....
BELO :')


E O POEMA INTEIRO 
CANÇÃO DO EXÍLIO


Minha terra tem palmeiras, 
Onde canta o Sabiá; 
As aves, que aqui gorjeiam, 
Não gorjeiam como lá.


Nosso céu tem mais estrelas, 
Nossas várzeas têm mais flores, 
Nossos bosques têm mais vida, 
Nossa vida mais amores.


Em  cismar, sozinho, à noite, 
Mais prazer eu encontro lá; 
Minha terra tem palmeiras, 
Onde canta o Sabiá.


Minha terra tem primores, 
Que tais não encontro eu cá; 
Em cismar sozinho, à noite 
Mais prazer eu encontro lá; 
Minha terra tem palmeiras, 
Onde canta o Sabiá.


Não permita Deus que eu morra, 
Sem que eu volte para lá; 
Sem que disfrute os primores 
Que não encontro por cá; 
Sem qu'inda aviste as palmeiras, 
Onde canta o Sabiá.  
 

De Primeiros cantos (1847)

QUANDO ESTUDANTE, EU AMAVA D+ OS POEMAS DE GONÇALVES DIAS, AINDA AMO, POIS TEM UM SENTIMENTO ESPLENDIDO
MAS ESSES DOIS ME CATIVAVA MAIS ... BELO SÓ TENHO A DIZER. 

POSTE DE HOJE É SUPER HIPER MEGA ESPECIAL
ESPERO QUE APRECIEM ASSIM COMO EU
:* :*

Fonte: Google e outros sites....

sábado, 18 de julho de 2015

Garota

Boa Noite pessoal *-*

Vamos de algo sensual hoje? :p

  O pecado pode te invadir e consumir sua alma por completo, principalmente quando se tem um anjo sensual a sua frente para lhe provocar e conseguir o que quer.
  Prazer carnal nos consome...
  Ela me amarrou na cadeira com as mãos para trás e apenas de cueca...
  Garota anjo esse será a minha perdição, se fosse despedida de solteiro, estaria solteiro no mesmo dia.
  Garota sensual, de lingerie sensual, apenas sutiã e fio dental bem convidativo, cabelos longos e boca rosada e muito sensual...
  Ela me olhou nos olhos e eu senti algo, como conexão, aproximou o corpo e sentou no meu colo com as pernas e rebolando devagar em meu membro, inclinando o corpo para frente, sentir seu perfume floral e conseguir beija-la no ombro e pescoço, mas ela desviou rapidamente e explorar meu corpo com suas unhas arranhando meu abdômen (gemi) e parando um dos dedos em meus lábios... Lambi e ela sorriu como um anjo sensual.
  Ainda amarrado e louco para pega-la, e, ela levantou e começou a dançar lento e sensual a minha frente, depois do meu lado e se sentou na cama e nossos olhos se encontraram.
  Agora que reparei que ela estava de salto, pernas torneadas, bumbum farto e seios ideal. Ela abriu as pernas e ergueu o quadril rebolando devagar, não vulgar e sim muito sensual... Voltou a sentar e fechou as pernas agora explorando seu corpo.
  Suas mãos passeavam em seu corpo, em seus seios e em seus lábios que inchavam cada vez que ela se deliciava em seu corpo. Pobre de meu corpo, vibrando e indo á loucura para interromper a próxima ação dessa garota...
  Seu sutiã voou longe e novamente ela voltou a explorar seus mamilos com os dedos, os bicos excitados e ela mais ainda, levantou virando de costa e escorregou naqueles lençóis com o bumbum empinado... como eu queria ser aqueles lençóis.
  Virou na cama sorrindo e ergueu as pernas e eu passei a língua em meus lábios pela visão perfeita que tive, por mais que era fio dental deu para notar a carne bem rosada por baixo dela a espera de um toque caliente...
  Ela sorriu inocente, me pirou.
  Ela retirou o fio dental e começou a explorar seu corpo e gemeu, masturbação misturado com sensualidade, prazer e gemidos... Seus dedos desciam tão sensuais em sua barriguinha e entrando em contato com sua pele íntima enquanto sua outra mão explorava seus seios e seus lábios...
  Tortura alto nível para mim.
  Mordi meus lábios com a visão, eu estava mais duro que ferro e desejava aquele corpo mais que qualquer outro... Levantei da cadeira, dando graças pela corda estar frouxa e me juntei a ela na cama.

JANAINA SOBRINHO

SENSUALIDADE COM INGENUIDADE 
POR FAVOR, NÃO ROUBEM :)
ESPERO QUE GOSTEM E ATÉ O PRÓXIMO
:*

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Luxuria de Lilith

Boa Noite amores *-*

Vamos falar um pouco de rock nacional? Sim sim hoje o poste é totalmente brasileiro, porém de rock .... Infelizmente temos ótimas bandas brasileiras que não tem o reconhecimento que merecem :( ... Sim temos ótimas bandas e vou apresenta-las a vocês, uma por uma, com calma, rsrsrs e pena que são bandas bem sumidas .... Mas enfim ....

Banda de rock nacional de hoje é:

LUXURIA DE LILITH - faz muito tempo que ouço essa banda e só melhoraram;



Luxuria de Lilith é uma banda de Black Metal, formada em 1999, em Goiânia - Goias.
As letras das musicas são abordadas temas como o ocultismo e o vampirismo.
Membros: Drakkar (vocal e bateria)
                 Larakna (guitarra e vocais de fundo)
                 Megaira (baixo e vocais de fundo)

Albuns:

OS RITOS NOTURNOS DA LUXURIA (DEMO) - 1998

REHEARSAL (DEMO) - 1999


DELICIAS, DEVASSAS ORGIAS (DEMO) - 2000

O SARAU DOS VAMPIROS - 2001

O INICIO DA TENTAÇÃO (DEMO) - 2003


A CÚPULA DOS PECADOS - 2003


NOITE DA PROFANAÇÃO - 2004


A VOLÚPIA INFERNAL - 2005


AS PHORPÍRIAS (DEMO) - 2005


OCULTA FORÇA DIABÓLICA - 2006

SUCUMBIDOS PELA CARNE - 2009


RASCUNHO DO FIM - 2011


MUNDO DE CADAVERES - 2014



 O melhor: á banda canta em português, acredito que isso destaca mais, não que bandas brasileiras cantando inglês não sejam boas, são ótimas também, mas brasileiro cantando o português e ainda mais Black Metal destaca mais.
Abaixo alguns vídeos, para ouvires e apreciarem... 





Espero que apreciem o poste de hoje totalmente brasileiro e até o próximo
:*

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Álvares de Azevedo - biografia

Boa Noite pessoal ....

Hoje vasculhando meu blog, notei que eu logo no inicio dele em 2010 eu postei muitos poemas de Álvares de Azevedo e ficou á promessa de por sua biografia .... E hoje cumprirei essa promessa de postar a biografia e algumas obras de nosso escritos, poeta brasileiro Álvares de Azevedo.

 Manuel Antônio Álvares de Azevedo
 nasceu - 12 de setembro de 1831
 morreu -  25 de abril de 1852 (20 anos)

 Álvares nasceu em São Paulo, mas foi criado no Rio de Janeiro, escritor da segunda geração romântica, ou seja, ultra-romantismo, mal do século. contista, dramaturgo, poeta e ensaísta brasileira - autor de Noite na Taberna.
 Em 1847 voltou á São Paulo para estudar na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, onde, ganhou fama por brilhantes e precoces produções literárias. Destacando-se pela facilidade em aprender idiomas e pelo espirito jovial e sentimental.
 Durante o curso traduziu o quinto ato de Otelo - Shakespeare. Traduziu também Parisina - Lord Byron. Fundou á revista da Sociedade Ensaio Filosófico Paulistano. Fez parte da Sociedade Epicureia e iniciou o poema épico O Conde Lopo - onde só restou fragmentos.
 Não terminou o curso, pois teve tuberculose e a doença se agravou por um tumor na fossa ilíaca, ocasionada por uma queda de cavalo e falecendo aos 20 anos.

 Obras:


  •  Poesias diversas
  •  Poema do Frade 
  •  Macário - drama
  •  O livro de Fra Gondicário  
  •  Noite na Taberna
  •  Cartas 
  •  Ensaios  
  •  Lira dos Vinte anos.


Influencias:

  • Lord Byron
  • Goethe
  • François- René de Chateaubriand 
  • Alfred de Musset.





Me encanta seus poemas .... 
O poste de hoje é mais que especial .... 
:*

sábado, 11 de julho de 2015

Conto \♥/

Boa noite pessoal ....

noite de conto no blog .... e da autora MAMA GHULEH

O CONCLAVE

— Guto, você ainda vai insistir nessa decisão?
— Eu disse para você que amo a Maryl, e do meu desejo de casar com ela.
— Não acredito que depois de tudo, vai se sujeitar a decair dessa maneira. Não vou aceitar isso. Está fora do círculo da Senda Occulta!
— Britta...
Britta ficou inconsolável com a decisão que seu melhor e mais amado amigo, Guto, tomara esta noite, no bar onde a banda sempre se reunia depois das apresentações, e saiu apressadamente. Guto voltou para a mesa, e anunciou seu casamento com Maryl, colocando uma garrafa de vinho sobre a mesa. Mikael e Salomon, integrantes da banda, também se revoltaram, mas se mantiveram calmos, porém, distantes. Mikael centrava-se mais do que Salomon.
— Caras, vocês não vão brindar comigo? — pergunta Guto, no centro da mesa.
— Guto, você sabe o que pensamos sobre isso. Eu seria muito hipócrita se tilintasse essa taça com a sua, mesmo sendo uma garrafa de Burmester, safra de 1944. — disse Mikael.
— Mikael, eu amo a Maryl.
— E como fica a banda??! — gritou Salomon — Você sabe muito bem o que essa desgraça de virgem Maria faz para empatar seu compromisso com a banda. E juro pelo meu sangue que nem você, nem ela, nem ninguém vai destruir a banda.
— Eu não vou deixar a banda! Eu já falei! — disse Guto, esmurrando a mesa.
— Hei, vamos parar de frescura! — gritaram os gêmeos Karl e Jeremy.
Jeremy tomou a palavra.
— Pessoal, vamos respeitar a decisão do Guto. Mas sinceramente, cara, você deve sair da banda.
— Eu também sou a favor de que saia. – reforçou Karl.
Todos votaram a favor da realização de um conclave.
Dessa vez foi Mikael quem conteve os ânimos de todos.
— Senhores, precisamos saber se a Britta também concorda com isso.
— A decisão da Britta vai definir o seu futuro na banda, e eu espero que ela esteja de acordo com um conclave. — gritou Salomon — E que você saia da banda, seu idiota! Você não é digno de ser parte da banda, seu pau mandado!
Salomon sentiu uma mão delicada em seu ombro. Virou-se e viu que era Britta. Tomou aquela mão, e a beijou singelamente. Ela olhou em seus olhos.
Guto percebeu como os olhos dela estavam inchados de chorar e ficou triste.
— Se acalme Salomon... É exatamente isso que Maryl quer.
Mikael puxou uma cadeira para Britta se sentar. Em seguida, todos se sentaram.
Um grande silêncio se fez na mesa por alguns instantes. Uma onda de calor invadiu suas costas. Britta olhou para Guto. E ele sabia o que significava aquele olhar. Olhou para os demais integrantes. Mikael acenou discretamente com a cabeça.
— Senhores, sou a favor do conclave.
Salomon se levantou da mesa, soltando um grito.
— Chupaa, desgraçado! Finalmente vou ver você fora da banda!
Britta apontou para ele, fazendo menção de que se sentasse. Franziu a testa.
— Perdoe meu comportamento, minha senhora.
Britta prosseguiu.
— Tanto Guto como Mikael são ótimos vocalistas. Faremos dois vídeos. Depois criaremos uma enquete com os fãs para saber a quem desejam no vocal da banda.
Os integrantes ficaram impressionados com a proposta. E iniciou-se uma violenta discussão entre todos. Aproveitando a distração de todos, Britta se afastou deles e se dirigiu àquele corredor escuro do bar, que levava a uma sala abandonada.
Sentou-se sobre um balcão, em total estado de reflexão.
De repente, se assustou. Era Guto que entrou, batendo a porta em seguida, trancando-a.
— Sua bruxa! Você conseguiu! Você venceu! Ágios, oh Lilitu!
Guto a agarrou, e a beijou selvagemente.
***
Estar nos braços dela fazia com que sentisse prazer físico mesmo com roupas. E estava adorando os carinhos que ela fazia em seus cabelos. Jamais se esqueceria daquele amor tão intenso. Aquela sala suja e escura guardava o amor mais intenso de sua vida — algo que jamais se esqueceria.
— Amo você, Senhora. Minha sacerdotisa.
Guto desistiu de seu casamento. E foi acolhido novamente na banda. Com ajuda de Mikael e Salomon, criando aquela situação, Britta conseguiu manter O Escolhido. E seguiria com a missão de despertar o seu sacerdócio, por meio do projeto da banda — cuja temática era voltada para o Caminho da Mão Esquerda, e suas principais filosofias.

“Somos a marca da Besta. Somos Legião!”

NADA FOI MODIFICADO NO CONTO
ESPERO QUE GOSTEM E ATÉ O PRÓXIMO 
:*

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Conto \♥/

Boa Tarde pessoal .... hoje dia de conto aqui no blog ^^

OS CONTOS É DA GALERA DO FACE ... E EU OS DIVULGO AQUI NO BLOG ....
O CONTO DE HOJE É E VITÓRIA VIANA

NAS TREVAS DE MEMPHIS

Tennesse, Memphis – 1961.
Acabara de chegar de uma viagem calma de Chicago. Nunca pensei estar feliz por ter chegado em Memphis, logo a cidade em que Mabel nasceu. Antes de nosso casório, já sabia a quão nostálgica ela estava de sua querida cidade.
Tudo me cansa neste exato momento. Baixei o jornal que cobria todo meu rosto e ele tinha como centro do papel a seguinte notícia: “Terror em Tennesse - Assaltos aumentam mensalmente nas ruas de Memphis.” Isso era o que me deixava mais aflito, não de minha parte, pois nunca nada me aconteceu, mas Mabel não perdera tempo de se exibir pela cidade, mostrar que estava de volta e claro, usufruir de seus gastos com vestes e outras bobagens que gostava. Ela sabe o que acontece lá fora, mas prefere fechar os olhos e viver a ilusão de sua antiga cidade maravilhosa.
Eu não mostrava tanto entusiasmo naquela noite de quarta-feira. Desacompanhado, a poltrona já não estava mais confortável para mim. O som de minha vitrola soava baixo como eu apreciava de costume. Saí daquele lugar aconchegante, indo em direção ao enorme quadro que estava dependurado à parede. Esse quadro era uma fotografia de família do senhor e da senhora Collins, Mabel e seu irmão mais velho Bill. Não sei por que eu olhara aquele quadro. Por estar sozinho, qualquer coisa me chamava atenção.
A mais clara das cortinas acobertava a imensa janela da sala. Ela se estendia cautelosamente toda vez que eu olhava para ela. Aparentemente depois de me cansar vendo aquele quadro, meu olhar se pôs diretamente à porta. Eu sonhava acordado com a volta inesperada de Mabel. Tinha pequenas alucinações daquela porta se abrindo.
De repente, as lâmpadas do lustre acima da poltrona começaram a piscar sem controle algum. A cortina se estendeu violentamente ao mesmo tempo em que uma queda de luz cobriu toda casa com a escuridão. A vitrola não deixava escapar nenhuma música mais. A porta escancarou num estalo só e meus olhos correram em direção a ela. Também acobertada pela escuridão, não conseguia ver nada na entrada, nem sequer a porta. Mesmo assim, não tirava os olhos dali. Minha mente dava origem a um monte de cenas estranhas e, ao mesmo tempo, imagens e desenhos padrões e coloridos. A escuridão não passava de um quadro negro para se desenhar naquele momento. O estalo soou novamente e um som de um arranhão me dava arrepios, sabendo que a porta estava abrindo cautelosamente. Engoli seco e dei alguns passos à frente não enxergando nada. O silêncio veio de novo, a porta estava realmente aberta. Aberta ao ponto de me expor à rua lá fora naquela escuridão. Naquele momento, começou a subir um arrepio juntamente com o frio vindo de fora, me gelando por dentro. Escorei-me na parede um pouco ofegante. Saí de lá tateando os móveis para encontrar o criado mudo que eu tinha certeza de ter uma vela por lá. Por sorte, eu a encontrei, mas o fósforo não estava lá. Um som de pisada surgiu do meu lado direito e parecia se aproximar. Eu só conseguia pensar no horror que estava passando, ou pior, o horror que Mabel poderia estar passando lá fora. Corri em direção à cozinha abrindo o armário de porta em porta tentando procurar um pires e um fósforo. Com sucesso, os dois foram encontrados. Acendi o fogo desesperadamente, rezando para que nada me acontecesse naquele momento.
Caminhei pela sala devagar para que a vela não se desequilibrasse. Tudo parecia calmo agora, mas o medo continuava comigo. Ainda que amenizasse um pouco, eu ainda o mantinha comigo. O lustre agora estava acima de minha cabeça. Fiquei esperando algo acontecer, mas nada vinha e nada se manifestava. Ouvi um barulho vindo de lá de cima. Agora eu tinha certeza de que alguém estava lá. Estremeci indo para o corredor da porta dos fundos. A porta cheia de vidro e texturas indescritíveis ficava no final do corredor. Nunca sequer a abri, mas agora pensava em abri-la e fugir do meu próprio aposento. A luz da lua refletia na porta, trazendo iluminação para o corredor. Amparei-me na parede mais uma vez, apertava o peito com minha mão direita e, num sopro respirando fundo, apaguei a vela. Com isso, joguei o pires no chão junto à vela. O som do pires batendo no chão soou girando constantemente no piso de madeira aos meus pés. Os passos voltaram a ecoar outra vez. Sentia-os chegar bem perto de mim, pareciam ser múltiplos passos. Corri para o fundo do corredor numa velocidade incontrolável. Quando senti estar perto da porta, me joguei atravessando aqueles vidros. Eles agora não tinham mais texturas padrões de encontro um com o outro, eram apenas cacos jogados ao chão no quintal. Deitado, agonizado pelas dores causadas pelo impacto e pelos cacos de vidro perfurados aleatoriamente ao meu corpo, não percebia nada ao meu redor.
— Mas que raios estão me acontecendo? — Gritei pela dor, inconformado com a situação presente.
Estava começando a chover. A garoa me jogava água no rosto enquanto as gotas aumentavam, ao ponto de quase me lambuzar ao barro do quintal.
Dois vultos passaram a assombrar a parede do corredor. Via de lá fora as sombras trêmulas se aproximando. Eram dois homens bem trajados. Um deles vestia um terno escuro combinando com a gravata e o outro tinha apenas uma camiseta e calça social junto com um suspensório cor-de-vinho. O segundo homem me parecia bem familiar. Eles me olhavam feio. Tentei me levantar sem que me machucasse novamente. Arranquei de minha pele todos os vidros atravessados. Eu trincava os dentes a cada ação. Nenhum deles fizeram nada naquele momento. Percebi então que eles cochichavam olhando para mim. Quando eles menos esperavam, corri dando a volta pela casa e encontrando a entrada novamente. Entrei correndo em direção à cozinha em busca de algo para me defender. Ouvia os dois atrás de mim. Abri a gaveta do faqueiro e puxei a maior faca que havia ali. De repente, passou diante dos meus olhos uma corda bem curta que prensou no meu pescoço, puxando-me para trás e me fazendo cair no chão. A faca caiu em uma distância longe de mim. Prendi os dedos naquela corda, e, sufocado, tentava olhar para um dos estranhos, mas não era possível. A corda ficou frouxa, me livrando daquele perigo, mas mesmo assim, não dera tempo de me levantar. A faca que havia caído comigo já não estava mais lá. Uma punhalada no meu peito fora me dada. Fiquei congelado ao chão. Meu olhar estava tranquilo, mas me agonizava por dentro. Observei em volta de mim a cozinha e o piso frio.
Um dos intrusos se aproximou. Conseguia ver apenas seus pés. Levantei o olhar e algo inesperado me aconteceu. Gemi querendo gritar. Aquele intruso era Bill, irmão de Mabel que havia viajado a trabalho há um ano mais ou menos e nunca dera nenhum recado à família. Ele levava consigo em sua mão direita, uma sacola de dinheiro e na esquerda, um porta-retratos de família.
— Sinto muito Aldric! — Bill se despediu se recolhendo da cozinha me deixando à beira da morte. Não dera nem tempo de entender o que estava acontecendo, fechei os olhos e só enxergava a escuridão da minha mente...

VITÓRIA VIANA ...

TAMBÉM GOSTEI DO CONTO ... 
NOVAMENTE LHES PEÇO QUE NÃO ROUBEM OS CONTOS 
E NADA FOI MODIFICADO NO CONTO, NEM MESMO A VIRGULA :P


ESPERO QUE GOSTEM .... ATÉ A PRÓXIMA 
:*

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Anjo!

Boa Noite ....

AMANDO UM ANJO NEGRO

Vi-te em meus sonhos, você olhando e sorrindo para mim, e me dizendo - Hoje ao cair da noite eu irei te visitar.
Fiquei meio espantada, mas confiante em suas palavras.
A noite chegou, e eu fui até seu encontro, vestida como uma (Dama da Noite).
Esperei, esperei e esperei... você não apareceu... A noite era uma das mais lindas, se tornou a mais depressiva e vazia...
Sentada no banco de uma praça vi dois caminho... O de ida e de volta...
Resolvi seguir o meu coração e segui em frente... No fundo da praça, bem lá no fundo... Havia uma plantação de rosas negras e junto delas um anjo caído, com as asas machucada, sangrando por dentro e por fora, ele olhou bem para mim e me pediu para ouvir o que ele tinha a me dizer, cheguei mais perto dele que me disse bem baixinho - Voce veio ao meu encontro, por favor, não se assuste, foi eu quem apareceu em seu sonho, você é perfeita, minha dama da noite.
E fechou os olhos...

Ao ver e ouvir suas palavras meu coração se quietou... Mas as lágrimas não paravam de cair sobre meu rosto...
O vento soprava e junto dele levava os meus cabelos, as folhas e os galhos secos caídos ao chão. Noite e chão frios... Peguei sua cabeça e coloquei no meu colo, e com a barra do vestido, limpava seus ferimentos por fora... Limpava seu rosto e contornava sua face, e as lágrimas continuavam caindo, até que ele abriu os olhos e começou a se esforçar para me falar - Minha dama da noite... não precisa... se preocupar comigo... agora vá... vá embora... que a partir daqui... seguirei... o meu caminho.

E voltou a fechar os olhos, e dessa vez para sempre.
Pus-me a chorar desesperadamente sobre seu corpo, levantei e segui o que ele me falou... Voltando pelo mesmo caminho, entrando de volta para a cidade, as pessoas olhavam, falavam e riam a me ver suja de sangue e ver o vestido preto manchado de vermelho.

Não consegui me conter ao chorar, voltei correndo até o lugar aonde ele descansava em paz. Olhei bem para ele e disse com toda força que tinha me restado - Se para ficar com você tem que fazer sacrifício, não hesitarei.

Desgostosa da vida eu me matei com os espinhos das rosas negras, enterrando-as em meu peito...

JANAINA SOBRINHO


:*

domingo, 5 de julho de 2015

KIM

Boa Noite pessoal ....

.....

  Kim era sorridente, amorosa, compreensiva, calma e paciente. Amava olhar de longe á pessoa que fazia seu coração disparar.
  Apenas a observava.
  Por dois dias á pessoa sumiu e a saudade bateu,
  Sem medo á procurou feito louca e quando á encontrou se declarou
  Com medo de aceitar aquele sentimento estranho --> fugiu.
  Mas, o amor foi maior que tudo e a pessoa correu atrás de KIM, procurando tudo o que lhe foi oferecido e jogou fora.

  Kim paciente á beijou na testa em sinal de confiança, respeito e carinho, brava a menina perguntou: Por que não foi nos lábios?
 e paciente Kim respondeu que tinha medo de sua reação
 e a garota disse: é um sentimento estranho, ninguém vai nos aceitar, nem mesmo meus pais.
 Kim que a amava demais respondeu: segure minha mãe e não solte mais, se você realmente me ama e quer ficar comigo, não solte minha mão, sou paciente e a farei entender que esse sentimento estranho se chama AMOR!!!!

A procura de Kim....

JANAINA SOBRINHO


 A Procura de Kim


:*

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Literatura Estrangeira \o/

Boa noite pessoal ....

Quanto Tempo que não posto nada sobre literatura estrangeira, ou melhor, sobre um livro que estava lendo e o poste de hoje é especial .... Sim muito especial.
Não sou romântica e não gosto de romance e pela primeira vez lendo um romance hehehe não pensei que teria 5 livros o romance :) .... Mas compensou ....

Literatura Estrangeira de hoje é da Saga - A Maldição do Tigre de Colleen Houck .... confesso que me apaixonei pela história, a cultura indiana, deusa Durga e a aventura do começo ao fim me fascinou ....

Comentando sobre o livro, pois resenha não sei fazer e copiar a sinopse não resolve.


O livro começando contando sobre uma maldição que fora lançado em um príncipe indiano. Logo, nos deparamos com Kelsey, uma garota do Oregon, como sempre as garotas são sem estilo e sem personalidade. Órfã de pai e mãe, mora com seus pais adotivos e na procura de um emprego, começa á trabalhar em um circo e de cara se encontra com o lindo tigre branco que trabalha ali... Após ela se sentir muito atraída pelo tigre (que é mando com ela) e viajar para a India com esse tigre, ele se transforma em homem (OMG *o*) - (gritinhos orgásticos com o Deus grego que é descrito no livro) - ele é o nosso lindo Dhiren e um príncipe, dono de muitas coisas, milionário e afins...
Quando o romance começa ficar bom, ela simplesmente decide voltar para o Oregon e abandona-lo :( 


O resgato do tigre - como nada é perfeito em romances contamos com um triangulo amoroso.
Nossa querida Kelsey descobre que tem a proteção da Deusa Durga e pode quebrar a maldição e o porque de Lokesh (o homem que lançou a maldição) está atrás dela. 
No segundo livro conhecemos Kishan - irmão de Dhiren e também príncipe indiano que também tem a maldição de ser um tigre.
Vamos combinar, nossa querida escritora abusou muito na descrição dos dois, entendo o por que de Kelsey ficar mexida com os dois..... românticos ao extremo e como combinado Kishan também se apaixona por Kelsey.
Não podemos esquecer de Nilima e o Sr. Kadam que faz 300 anos (o tempo da maldição) que está do lado dos meninos ajudando-os em tudo.
E a jornada pela Índia e pela quebra da maldição se inicia.
Porém, nosso querido Ren é pego por Lokesh.



A Viagem do Tigre se inicia muito triste, Ren é resgatado, porém não se lembra de Kelsey, lembra de todos menos dela e aproveitando nos sentimentos de Kishan ela acaba namorando ele.
Mas, tirando o romance, continua a viagem deles pela Índia e agora eles tem que passar por cinco dragões para conseguir outro presente para a Deusa Durga.



O destino do Tigre - eu achei o mais show, não por ser o ultimo, mas por ter mais aventura do que melação (romance), fiquei com muita raiva de Kelsey por não assumir seus verdadeiros sentimentos por Ren e insistir em Kishan, e quase na ultima pagina ela confessa, outra grande aventura nesse livro final, a luta com Lokesh, mais história da cultura indiana e a quebra da maldição com um sacrifício.
Muito lindo esse final. 



A saga termina no destino do tigre e nossa querida escritora, lançou o quinto livro A Promessa do Tigre, uma pequena novela, baseada em 300 anos antes, em como aconteceu a maldição, quem foi Yesubai (filha de Lokesh) .... Enfim
Muito lindo também. 


Eu amei a história, a aventura que é contada é simplesmente maravilhosa, porém é muito detalhado, tipo muito mesmo e confesso que cansa na leitura, em momentos que você perde o foco de tanto detalhes dos lugares e afins que tem.
Mas, totalmente recomendável essa literatura.
Li, que terá um filme do livro e sei que não conseguirei ver o filme, sei lá, sou assim srsrsrsr

á dica de leitura de hoje é a Saga do Tigre!!!!!
A próxima vez escolherei um romance de 1 livro rssrrssr 

Espero que tenham gostado e até o próximo poste
:*
 JANAINA SOBRINHO

O Castelo de Lobo

             Boa tarde gente bonita .... Maratona de livros dessa semana , mas para não fazer uma postagem muito grande, vou divid...